- Familiarizar-se com a imagem do corpo.
- Trabalhar imitações, gestos e expressões.
- Construir a identidade.
Tempo estimado: De 15 a 20 minutos por dia.
Material necessário:
Dois espelhos grandes (de preferência presos à parede), cartazetes com
fotos de diferentes expressões faciais retiradas de revistas ou da
internet, aparelho de som, fantasias, bijuterias, chapéus, maquiagem
infantil e colchonete.
Desenvolvimento:
1ª etapa
Todas as atividades devem ser feitas em frente aos espelhos, sempre estimulando a observação.
Atividade 1
Incentive os pequenos a observar a própria imagem. Peça que eles toquem
diferentes partes do corpo. Proponha brincadeiras como balançar os
cabelos, levantar os ombros e cruzar os braços. Estimule-os a imitar os
gestos dos colegas: Vejam a careta do João! Vamos fazer igual?
Atividade 2
Coloque músicas do cancioneiro popular (Caranguejo Não É Peixe, Cabeça,
Ombro, Perna e Pé etc.) que abordem partes do corpo ou sugiram
movimentos. O objetivo é se aventurar em novos gestos e imitar os
colegas.
Atividade 3
Proponha agora a brincadeira seu-mestre-mandou. Com todos em pé, dê os
comandos: Cruzar as pernas!, Ajoelhar-se!. A cada posição, estimule-os a
se observar e testar possibilidades de movimento.
Atividade 4
Para brincar com expressões faciais, mostre cartazetes com diversas
fisionomias. Depois, sugira que a garotada faça caretas variadas.
Atividade 5
Hora do faz-de-conta: sugira que cada um escolha se quer brincar de
casinha, fantasiar-se ou maquiar-se. Ofereça novas possibilidades de
acessórios e de brincadeiras.
Avaliação:
Observe se houve concentração, interação com o espelho e com os colegas e
exploração dos gestos e materiais. Sempre que possível, repita a
seqüência com outras propostas e brincadeiras.
Flexibilização:
Tocar as diferentes partes do corpo é muito importante para a criança
com deficiência visual. Descreva os gestos feitos pelas outras crianças
e, nas primeiras vezes, ajude a criança a imitar. Você também pode
ampliar o tempo de realização das atividades propostas, permitindo que a
criança toque nos colegas. O estímulo auditivo também é fundamental.
Músicas, barulhos e comandos sonoros podem ajudar. Na atividade das
caretas, você pode trabalhar com sons (todo mundo faz barulho de riso,
todo mundo imita choro). Oferecer um espaço adequado para que esta
criança também possa desenvolver a sua mobilidade é outra ação
fundamental. Organize os cantos da creche de modo que o bebê possa
explorar os espaços e localizar-se no ambiente, garantindo a sua
progressiva autonomia.
Deficiências: Visual
Fonte: Nova Escola
- Familiarizar-se com a imagem do corpo.
- Trabalhar imitações, gestos e expressões.
- Construir a identidade.
Tempo estimado: De 15 a 20 minutos por dia.
Material necessário:
Dois espelhos grandes (de preferência presos à parede), cartazetes com
fotos de diferentes expressões faciais retiradas de revistas ou da
internet, aparelho de som, fantasias, bijuterias, chapéus, maquiagem
infantil e colchonete.
Desenvolvimento:
1ª etapa
Todas as atividades devem ser feitas em frente aos espelhos, sempre estimulando a observação.
Atividade 1
Incentive os pequenos a observar a própria imagem. Peça que eles toquem
diferentes partes do corpo. Proponha brincadeiras como balançar os
cabelos, levantar os ombros e cruzar os braços. Estimule-os a imitar os
gestos dos colegas: Vejam a careta do João! Vamos fazer igual?
Atividade 2
Coloque músicas do cancioneiro popular (Caranguejo Não É Peixe, Cabeça,
Ombro, Perna e Pé etc.) que abordem partes do corpo ou sugiram
movimentos. O objetivo é se aventurar em novos gestos e imitar os
colegas.
Atividade 3
Proponha agora a brincadeira seu-mestre-mandou. Com todos em pé, dê os
comandos: Cruzar as pernas!, Ajoelhar-se!. A cada posição, estimule-os a
se observar e testar possibilidades de movimento.
Atividade 4
Para brincar com expressões faciais, mostre cartazetes com diversas
fisionomias. Depois, sugira que a garotada faça caretas variadas.
Atividade 5
Hora do faz-de-conta: sugira que cada um escolha se quer brincar de
casinha, fantasiar-se ou maquiar-se. Ofereça novas possibilidades de
acessórios e de brincadeiras.
Avaliação:
Observe se houve concentração, interação com o espelho e com os colegas e
exploração dos gestos e materiais. Sempre que possível, repita a
seqüência com outras propostas e brincadeiras.
Flexibilização:
Tocar as diferentes partes do corpo é muito importante para a criança
com deficiência visual. Descreva os gestos feitos pelas outras crianças
e, nas primeiras vezes, ajude a criança a imitar. Você também pode
ampliar o tempo de realização das atividades propostas, permitindo que a
criança toque nos colegas. O estímulo auditivo também é fundamental.
Músicas, barulhos e comandos sonoros podem ajudar. Na atividade das
caretas, você pode trabalhar com sons (todo mundo faz barulho de riso,
todo mundo imita choro). Oferecer um espaço adequado para que esta
criança também possa desenvolver a sua mobilidade é outra ação
fundamental. Organize os cantos da creche de modo que o bebê possa
explorar os espaços e localizar-se no ambiente, garantindo a sua
progressiva autonomia.
Deficiências: Visual
Fonte: Nova Escola
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